Como apostar na redução das emissões de CO2 pode contribuir para uma frota mais eficiente

10 November 2021 | 713 Shares

Ao longo dos últimos dois anos, a pressão cresceu para gestores de frota, para as equipas móveis, para os próprios veículos e, claro, para as empresas utilizam estes recursos para cumprir a sua missão. Com o objetivo de identificar onde poderão estar a ocorrer alguns destes pontos de pressão, analisámos o Fleet Survey Report da Verizon Connect e identificámos as soluções tecnológicas como potencialmente eficazes para a otimização da atividade, podendo ajudar as empresas a: reduzir custos, gerir as expectativas dos clientes, reduzir emissões de CO2 e conseguir que as operações se tornem mais rentáveis.

A análise deste relatório mostra-nos que a redução proativa das emissões de carbono poderá também ajudar as empresas a reduzir custos com a frota, aumentar a segurança dos motoristas, manter os colaboradores mais envolvidos com a empresa e, criar espaço para uma comunicação mais aberta em contexto laboral.

Apesar de muitos motoristas demonstrarem elevados níveis de consciência relativamente ao impacto das viaturas sobre o ambiente, ainda existe alguma confusão quanto às melhores práticas de condução. Apesar de muitas vezes surgir a falsa noção de que ligar e desligar o motor se traduz numa atitude ambientalmente positiva, é evidente que, ao fazê-lo muitos motoristas procuram adotar hábitos de condução que, promovam a redução do consumo de combustível. Na verdade, neste último relatório, verificámos que 48% dos motoristas demonstram estar conscientes da necessidade de reduzir as emissões de CO2 decorrentes da sua atividade diária. Em 2018 apenas 24% o tinham indicado.

Para reduzir as emissões de CO2 a resposta mais simples seria, sem dúvida, investir numa frota elétrica, contudo apenas 23% das empresas inquiridas indicaram ter optado por esta solução. Por sua vez, 41% dos inquiridos indicaram utilizar soluções que premeiam comportamentos de condução que promovam uma redução no consumo de CO2.

Para melhorar a sua pegada carbónica 20% das empresas indicaram ter optado por estratégias mais acessíveis como, por exemplo, utilizar combustíveis mais limpos e renovar a frota com veículos mais recentes. Será no entanto impressionante perceber que, a utilização de um tradicional sistema de localização de viaturas através de GPS, integrado com soluções avançadas de gestão de frotas, ativos e serviços poderá contribuir para uma alteração positiva nos comportamentos de condução e no planeamento de serviços.

Desta forma, as empresas que não podem investir tão rapidamente quanto gostariam em frotas mais verdes poderão conseguir reduzir as emissões de CO2 consideravelmente.

Existe claramente uma grande pressão sobre as empresas para melhorar a performance de acordo com as expectativas dos seus clientes, o que por sua vez poderá ter influência no comportamento dos motoristas. As empresas inquiridas indicaram que 54% dos seus motoristas admitiam conduzir de forma demasiado rápida durante o horário de trabalho (o que acaba por se traduzir num maior número de acelerações e travagens bruscas). Para além das questões relacionadas com a segurança dos condutores, o uso errático do acelerador e travões é conhecido por fazer aumentar as emissões de carbono.

Alertas automáticos indicando que as viaturas estão em ralenti, por tempos superiores ao expectável, podem ser um catalisador para uma maior consciencialização dos motoristas, no entanto, alertas de excesso de velocidade em ambiente urbano podem, por outro lado, indicar que existe espaço para melhorias no agendamento e alocação de serviços – motoristas sob pressão para cumprir horários irão tendencialmente conduzir de forma mais agressiva.

Ao longo deste artigo utilizámos o conceito de sistemas integrados. A localização de viaturas é a tecnologia que mais rapidamente nos vem à mente quando mencionamos soluções tecnológicas na área de gestão de frotas, mas para que os benefícios possam ser relevantes é necessário que estas soluções ofereçam mais do que um mapa indicando a localização das viaturas.

Sistemas baseados em dados dão aos empresários e gestores a possibilidade de identificar padrões que se desenvolvem ao longo do tempo e por conseguinte, ajudam a criar contexto para o futuro. Um exemplo simples pode ser um crescimento no número de veículos danificados em locais específicos, independentemente do motorista. Estes podem ser causados por condições desadequadas da estrada o que pode, por exemplo, exigir a realização de manutenções preventivas com maior frequência.

O reconhecimento de padrões através da análise de dados é apenas uma das vantagens da integração de sistemas tecnológicos nas operações da empresa. A integração de sistemas poderá ajudar os gestores a utilizar a informação obtida para identificar onde e como os SLAs (service level agreements ou acordos de níveis de serviços) podem não estar a ser cumpridos – e identificar porquê. Nas rotinas diárias dominadas por áreas operacionais é fácil não ser possível analisar o panorama completo e atribuir eventuais falhas à exigência dos SLAs definidos. Utilizando sistemas integrados, o desempenho global poderá ser melhorado, dando às empresas fatores de diferenciação significativos sobre a concorrência no mercado.

O inquérito realizado pela Verizon Connect mostrou ainda que 84% dos colaboradores encaram de forma positiva a utilização de soluções de gestão de frotas através de GPS. Por conseguinte, as empresas podem de forma segura capitalizar o investimento e utilizar tecnologia conectada e inteligente para ajudar todas as áreas de negócio.

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